Segunda-feira, Março 29
eficiência petista
Marta Suplicy e Paulo Maluf ostentam índices de rejeição de 44%.
Marta em menos de 4 anos conseguiu o que Maluf levou décadas para construir....
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Marta em menos de 4 anos conseguiu o que Maluf levou décadas para construir....
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Sábado, Março 27
prefeitos
Participei na última semana de um congresso de prefeitos em Campos do Jordão. Centenas de prefeitos, centenas de vereadores, centenas de secretários municipais.
A primeira constatação é triste. A maioria dos representantes dos poderes executivo e legislativo no estado de São Paulo é de uma ignorância ímpar! Uma grosseria congênita. Dos quinhentos e tantos municípios do estado, 411 têm até 25 mil habitantes. Lugares que ninguém ouviu, ou se ouviu não consegue localizar mentalmente...Mas este não é o problema.
O problema é que, se no mais rico estado da União, o nível de indigência mental é tal, é fácil imaginar o que acontece em outros lugares.
Ouvi muito falar e propina, 10% e que tais...
Entretanto, no meio disso, encontrei alguns políticos brilhantes e preocupados com suas regiões...são políticos é claro, mas têm algo a acrescentar.
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A primeira constatação é triste. A maioria dos representantes dos poderes executivo e legislativo no estado de São Paulo é de uma ignorância ímpar! Uma grosseria congênita. Dos quinhentos e tantos municípios do estado, 411 têm até 25 mil habitantes. Lugares que ninguém ouviu, ou se ouviu não consegue localizar mentalmente...Mas este não é o problema.
O problema é que, se no mais rico estado da União, o nível de indigência mental é tal, é fácil imaginar o que acontece em outros lugares.
Ouvi muito falar e propina, 10% e que tais...
Entretanto, no meio disso, encontrei alguns políticos brilhantes e preocupados com suas regiões...são políticos é claro, mas têm algo a acrescentar.
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Quinta-feira, Março 18
príncipe
Transcrevo aqui um post publicado ontem no "Despoina Damale" (link ao lado) pelo venerável Ruy.
" História (real) de Terror
Nos meados da década de 70, certo dia um homem surge em uma cidade do oeste do Paraná. Estabelece-se como pacífico e cordial comerciante. Casa-se com uma mulher do lugar, com a qual tem um filho. Para a sua família e para as demais pessoas da cidade, aquele homem tem um certo nome e é, sem dúvida alguma, uma determinada pessoa. Passam-se alguns anos. É decretada uma anistia política no país e, de repente, aquele mesmo pacífico habitante revela-se – para geral surpresa, incluindo a de sua família - quem realmente ele era.Ficaram, pois, sabendo que: tinha um nome muito diferente daquele com que se apresentara, era um antigo militante político da Esquerda, um inteligente e sagaz ativista ligado ao terrorismo,um amigo do ditador cubano e outras “cositas más”. Deixa a mulher, o filho, a cidade que o acolhera e volta aos centros políticos para continuar fazendo o que sua paixão verdadeira sempre o inspirara a fazer: conspirar para a conquista do Poder, a fim de instalar no Brasil um regime tipo “colégio interno”.
Está aí um excelente exemplo do que pode acontecer quando a paixão por uma idéia se sobrepõe ao amor que devemos ter pelas pessoas que nos cercam.
Resta para nós outros a lição, a de não nos entregarmos exclusivamente às nossas idéias, por mais certas, por melhor inspiração que elas tenham. "
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" História (real) de Terror
Nos meados da década de 70, certo dia um homem surge em uma cidade do oeste do Paraná. Estabelece-se como pacífico e cordial comerciante. Casa-se com uma mulher do lugar, com a qual tem um filho. Para a sua família e para as demais pessoas da cidade, aquele homem tem um certo nome e é, sem dúvida alguma, uma determinada pessoa. Passam-se alguns anos. É decretada uma anistia política no país e, de repente, aquele mesmo pacífico habitante revela-se – para geral surpresa, incluindo a de sua família - quem realmente ele era.Ficaram, pois, sabendo que: tinha um nome muito diferente daquele com que se apresentara, era um antigo militante político da Esquerda, um inteligente e sagaz ativista ligado ao terrorismo,um amigo do ditador cubano e outras “cositas más”. Deixa a mulher, o filho, a cidade que o acolhera e volta aos centros políticos para continuar fazendo o que sua paixão verdadeira sempre o inspirara a fazer: conspirar para a conquista do Poder, a fim de instalar no Brasil um regime tipo “colégio interno”.
Está aí um excelente exemplo do que pode acontecer quando a paixão por uma idéia se sobrepõe ao amor que devemos ter pelas pessoas que nos cercam.
Resta para nós outros a lição, a de não nos entregarmos exclusivamente às nossas idéias, por mais certas, por melhor inspiração que elas tenham. "
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lei e ética (desculpem...)
Meu querido Alexandre Cruz Almeida do LiberalLibertárioLibertino (vejam banner ao lado), não concorda muito com meu comentário sobre ele ter enviado um mesmo trabalho para diversas disciplinas da pós que ele está fazendo.
Abaixo transcrevo um de seus últimos posts, para iniciar uma discussão:
" Muita gente tem me criticado por ter entregue o mesmo trabalho (com pequenas modificações) em quatro matérias.
O Fábio, do Von Martius, por exemplo, disse:
"Acha bonito tirar um 9 (ou 10 no caso) apresentando o mesmo trabalho pra 4 matérias....você quer só o diploma...mas não venha me falar sobre ambição ou honestidade... Se eu fosse teu professor e soubesse disso, e levasse a sério minha atividade te dava um zero!"
Dou aulas há onze anos e sou aluno há muito mais que isso. Dou minha cara a tapa a quem encontrar algum problema ético com a minha decisão.
Caso o professor decida me reprovar, eu entro na justiça contra a universidade e ainda faço o maior escarcéu na mídia. Vocês sabem que eu adoraria.
Não há nenhuma regra, seja escrita ou mesmo implícita, que um trabalho universitário tenha que ser inédito. Ele tem que ser uma produção original minha e tem que seguir os guidelines estabelecidos pelo professor. Os guidelines, naturalmente, ficam a critério do professor: número de páginas, bibliografia usada, assunto a ser tratado, etc.
Caso o meu trabalho tenha uma temática ampla e seu assunto se enquadre nos guidelines de um ou mais trabalhos de uma ou mais matérias, não há conflito ético algum.
O professor, quando julga o meu trabalho, tem que julgá-lo em termos do que ele pediu para o trabalho em si, partindo do princípio que aquela é uma produção original minha.
Se é uma produção original minha que eu fiz ontem à noite, especialmente para essa matéria, ou se é uma produção original minha publicada numa revista especializada há dez anos, ou se é uma produção original minha feita para outra matéria e reaproveitada pra essa, tudo isso é rigorosamente irrelevante.
O trabalho é meu? É. O trabalho está dentro do que foi pedido? Está.
Pronto. Só isso importa.
O professor de Sociologia tem que julgar se ele é um bom trabalho de Sociologia.
O professor de Cinema tem que julgar se é um bom trabalho de Cinema.
Se é um trabalho sobre a Sociologia do Cinema que se aplica a ambas as matérias, tanto melhor pra mim que não vou precisar escrever dois trabalhos.
Eu confesso que, antes de fazer, nunca tinha pensado nessa questão. Ela é, realmente, fora do comum. Mas, depois do escândalo que fizeram, parei, pensei, considerei as questões éticas e realmente acho que não há nada de errado, desde que o trabalho seja meu.
Quem discordar, tudo bem. Mas o ônus da prova é de vocês. Provem que é anti-ético. Mostrem algum manual ou guia de conduta acadêmico que diga que um trabalho deva ser inédito. Conversem com professores de ética.
Não basta a opinião de vocês. Tem que estar escrito ou previsto na lei. Senão, eu entro com recurso contra um professor que por um acaso tenha a mesma opinião que o Fábio e me reprove à revelia do regulamento.
Agora quem quer saber sou eu. "
........................................................................................................
Um pouco pueril a teoria proposta que temos que encontrar em alguma lei ou manual de conduta acadêmico que é de alguma forma anti-ético você escrever um trabalho e enviá-lo a quatro professores diferentes afim de "ganhar nota".
Claro que um mesmo trabalho ou artigo pode ser interpretado à luz da sociologia, filosofia, história da arte, etc...
Odeio a palavra "ética", principalmente porque em nosso país o verbete têm sido usado nas ultimas duas décadas pelo "partido-príncipe" para nortear todo o seu programa...agora vemos o que significa "ética" par o partido. Mas isso é outro asssunto.
Vou parar por aqui agora, pois tenho um chefe me vigiando....opinem please!
Voltarei breve ao assunto.
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Abaixo transcrevo um de seus últimos posts, para iniciar uma discussão:
" Muita gente tem me criticado por ter entregue o mesmo trabalho (com pequenas modificações) em quatro matérias.
O Fábio, do Von Martius, por exemplo, disse:
"Acha bonito tirar um 9 (ou 10 no caso) apresentando o mesmo trabalho pra 4 matérias....você quer só o diploma...mas não venha me falar sobre ambição ou honestidade... Se eu fosse teu professor e soubesse disso, e levasse a sério minha atividade te dava um zero!"
Dou aulas há onze anos e sou aluno há muito mais que isso. Dou minha cara a tapa a quem encontrar algum problema ético com a minha decisão.
Caso o professor decida me reprovar, eu entro na justiça contra a universidade e ainda faço o maior escarcéu na mídia. Vocês sabem que eu adoraria.
Não há nenhuma regra, seja escrita ou mesmo implícita, que um trabalho universitário tenha que ser inédito. Ele tem que ser uma produção original minha e tem que seguir os guidelines estabelecidos pelo professor. Os guidelines, naturalmente, ficam a critério do professor: número de páginas, bibliografia usada, assunto a ser tratado, etc.
Caso o meu trabalho tenha uma temática ampla e seu assunto se enquadre nos guidelines de um ou mais trabalhos de uma ou mais matérias, não há conflito ético algum.
O professor, quando julga o meu trabalho, tem que julgá-lo em termos do que ele pediu para o trabalho em si, partindo do princípio que aquela é uma produção original minha.
Se é uma produção original minha que eu fiz ontem à noite, especialmente para essa matéria, ou se é uma produção original minha publicada numa revista especializada há dez anos, ou se é uma produção original minha feita para outra matéria e reaproveitada pra essa, tudo isso é rigorosamente irrelevante.
O trabalho é meu? É. O trabalho está dentro do que foi pedido? Está.
Pronto. Só isso importa.
O professor de Sociologia tem que julgar se ele é um bom trabalho de Sociologia.
O professor de Cinema tem que julgar se é um bom trabalho de Cinema.
Se é um trabalho sobre a Sociologia do Cinema que se aplica a ambas as matérias, tanto melhor pra mim que não vou precisar escrever dois trabalhos.
Eu confesso que, antes de fazer, nunca tinha pensado nessa questão. Ela é, realmente, fora do comum. Mas, depois do escândalo que fizeram, parei, pensei, considerei as questões éticas e realmente acho que não há nada de errado, desde que o trabalho seja meu.
Quem discordar, tudo bem. Mas o ônus da prova é de vocês. Provem que é anti-ético. Mostrem algum manual ou guia de conduta acadêmico que diga que um trabalho deva ser inédito. Conversem com professores de ética.
Não basta a opinião de vocês. Tem que estar escrito ou previsto na lei. Senão, eu entro com recurso contra um professor que por um acaso tenha a mesma opinião que o Fábio e me reprove à revelia do regulamento.
Agora quem quer saber sou eu. "
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Um pouco pueril a teoria proposta que temos que encontrar em alguma lei ou manual de conduta acadêmico que é de alguma forma anti-ético você escrever um trabalho e enviá-lo a quatro professores diferentes afim de "ganhar nota".
Claro que um mesmo trabalho ou artigo pode ser interpretado à luz da sociologia, filosofia, história da arte, etc...
Odeio a palavra "ética", principalmente porque em nosso país o verbete têm sido usado nas ultimas duas décadas pelo "partido-príncipe" para nortear todo o seu programa...agora vemos o que significa "ética" par o partido. Mas isso é outro asssunto.
Vou parar por aqui agora, pois tenho um chefe me vigiando....opinem please!
Voltarei breve ao assunto.
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Quinta-feira, Março 11
Frankenstein...
Dia 11 de março de 1818.
Primeira edição de Frankenstein, or the Modern Prometheus de Mary Shelley.
Vejam que história interessante:
"....During the snowy summer of 1816, the "Year Without A Summer," the world was locked in in a long cold volcanic winter responsible for the deaths of million, caused by the eruption of Tambora in 1815. In this terrible year, Mary Wollstonecraft Shelley and her husband Percy Bysshe Shelley visited Lord Byron in Switzerland. After reading an anthology of German ghost stories, Byron challenged the Shelleys and his personal physician John William Polidori to each compose a story of their own. Of the four, only Polidori completed a story. Mary conceived an idea, and this was the germ of Frankenstein.
It is worth noting that Byron managed to write a fragment based on the vampire legends he heard while traveling the Balkans. Polidori used this fragment to create the novel The Vampyre (1819), which is the origin of all subsequent vampire literature. Thus, the Frankenstein and vampire themes were created from that single circumstance..."
Bons tempos aqueles....
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Primeira edição de Frankenstein, or the Modern Prometheus de Mary Shelley.
Vejam que história interessante:
"....During the snowy summer of 1816, the "Year Without A Summer," the world was locked in in a long cold volcanic winter responsible for the deaths of million, caused by the eruption of Tambora in 1815. In this terrible year, Mary Wollstonecraft Shelley and her husband Percy Bysshe Shelley visited Lord Byron in Switzerland. After reading an anthology of German ghost stories, Byron challenged the Shelleys and his personal physician John William Polidori to each compose a story of their own. Of the four, only Polidori completed a story. Mary conceived an idea, and this was the germ of Frankenstein.
It is worth noting that Byron managed to write a fragment based on the vampire legends he heard while traveling the Balkans. Polidori used this fragment to create the novel The Vampyre (1819), which is the origin of all subsequent vampire literature. Thus, the Frankenstein and vampire themes were created from that single circumstance..."
Bons tempos aqueles....
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Domingo, Março 7
cultura brasileira.....
No Brasil temos um presidente sem alguma cultura, mas com muita esperteza.
Neste último ano assistimos o completo abandono de qualquer estratégia para o ensino. Institutos de Pesquisa viraram balcão de empregos para petistas. Nossas universidades estão na penúria; os professores e pesquisadores destas recebem salários ridículos para pessoas que se dedicaram anos e anos estudando e pesquisando. Muitos se acomodam, afinal se esforçar para quê? Outros se desiludem e também se acomodam....
Nosso país é uma vergonha no que concerne à educação (em seu sentido mais alto), cultura e pesquisa.
Nossos pesquisadores são em sua maioria alienados, não tem cultura e transformaram-se em tecnólogos ou estações repetidoras de idéias. Na área de humanas o esquerdismo transformou os departamentos em uma colônia onde se proliferam palavras de ordem e mentalidades são moldadas acriticamente...
Nosso país não vai a lugar algum....ficareos debatendo juros, metas inflacionárias até o dia em que nos transformaremos em um Paraguai, uma Costa do Marfim....ou do jeito que vão as coisas em Uma Cuba king size....
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BBB4....
"BBB4": Juliana resolve mudar sua indicação
Seguindo os conselhos de Alexandre Cruz Almeida (veja o Banner de seu site aí do lado), resolvi atacar de Big Brother 4.
Incrível que após dezenas de milênios de humanidade, chegamos ao ponto de nos preocuparmos com problemas como esse.
Tudo bem que há 100 anos atrás, não éramos muito melhores. A massa,ou seja 98% da população é completamente alienada daquilo que a move enquanto humana. Claro que eu também não sei o que nos move, mas tento lidar com pessoas e idéias que me afastem exclusivamente da matéria e me aproximem da razão, que na minha opinião é o nosso único diferencial em relação a um orangotango. Não que os bichinhos não tenham sentimento, mas estão longe da racionalidade e de sentimentos mais humanos e elevados.
Onde começa a consciência?
Começa com nós humanos? Começa com os primatas? Mas quais primatas, um lêmur já tem consciência? Se tem, em que grau?
Quem tem um cão não duvida disso, eles sabem das coisas...mas e um tamanduá? Uma esponja do mar, tem algum grau e consciência?
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